Chico do Samu pede colaborações para fazer a festa de Natal de 3 mil crianças do Valle Verde




Doações podem ser de produtos para fazer cachorro-quente, pipoca, algodão doce, entre outros. Quem também quiser se voluntariar para ajudar será muito bem vindo
Colaboração-Célia Pires
O motorista/socorrista do Samu(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência),Francisco Assunção, mais conhecido como Chico do SAMU pretende fazer a alegria de pelo menos 3 mil  crianças do Valle Verde, mas para isso ele necessita da doação de produtos como cachorro-quente, pipoca, algodão doce, entre outros. “Eu realizo esse trabalho social há 10 anos e durante muito tempo tinha arrecadado as doações sozinho, mas chegou um momento que ficou difícil, por isso busca a colaboração das pessoas”.
O evento vai acontecer no dia 22 de dezembro no estacionamento da UPA do Valle Verde, das 14 às 18 horas. “As crianças vão poder brincar no pula-pula, cama elástica, tobogã e ainda levar um brinquedo para casa, por isso estamos aceitando também a doação de brinquedos”.
 
As doações podem ser feitas até o dia 18 de dezembro. Basta entrar em contato com o Chico pelo fone: (16) 99704 3425.
O início
Tudo começou em 2008 quando teve a iniciativa de pegar cartinhas do Papai nos Correios para ajudar as crianças. “Fui lá para pegar uma carta e acabei pegando18, mas acabei não dando conta sozinho, pois ficaria muito além dos meus recursos. Assim comecei a pedir. Deu certo no primeiro ano. Já no segundo ano peguei 50 cartinhas. Novamente deu certo. No terceiro peguei 100, no quarto ano peguei 200 cartinhas. Só que no quinto ano o Correio acabou me barrando, pois eu pegava as cartas e eu mesmo ia entregar. Ai eles mudaram e a regra é que até dia 12 de dezembro eu tinha que levar os brinquedos até a agência para eles entregarem. Ai eu não consegui mais, pois o tempo era curto e eu também gosto de entregar”.
Mas não foi esse fato que impediu Chico de continuar sendo o Papai Noel de alguma criança, de sentir a emoção de ver a alegria no rosto de uma criança. Assim ele decidiu prosseguir e começou a fazer sozinho. “No quinto ano eu fui no Hortências onde entreguei brinquedos de casa em casa para 250 crianças. Mas acabou ficando muito difícil. Já no sexto eu passei a presentear as crianças que eu conseguia. Comprava  bola e boneca para não ter diferença entre os brinquedos. E assim essa minha ação foi crescendo e hoje estamos entregando para 3 mil crianças. Quando estou no meio das crianças realizando essa ação natalidade me sinto como se estivesse voando. Receber um abraço de uma criança que ficou feliz é uma coisa de Deus”.




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