Cadeirante é abandonado e se alimenta das próprias fezes para sobreviver em SP








Abandonado, no chão, seminu, desnutrido, subconsciente e em estado de choque. Para sobreviver, ele passou dias se alimentando das próprias fezes. Assim foi encontrado um homem de 44 anos cadeirante em sua casa em Iguape, litoral de São Paulo.
Crédito: Divulgação/PMPoliciais ajudam em resgate de cadeirante em Iguape (SP)
A vítima foi resgatada por um irmão e pela Polícia Militar Ambiental graças a um pedido de socorro. Apesar da dificuldade, ele conseguiu telefonar para o irmão e, sem conseguir falar o que estava havendo, apenas gemeu, indicando seu estado. O parente, que mora em São Paulo, acionou a polícia e viajou para Iguape, informa o G1.

O irmão, porém, não sabia o endereço exato da vítima e, após muitas tentativas de ligações, ele emitiu um som ao ouvir o nome da rua em que fica sua casa.
O homem foi socorrido, encaminhado a uma unidade de saúde e está em observação. A Polícia Civil investiga quem era o responsável por acompanhar a vítima e os motivos que levaram ao abandono.

Como denunciar maus tratos

O Disque 100 funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular), bastando discar 100.
O serviço pode ser considerado como “pronto socorro” dos direitos humanos pois atende também graves situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes, possibilitando o flagrante.
O Disque 100 recebe, analisa e encaminha denúncias de violações de direitos humanos relacionadas aos seguintes grupos e/ou temas:
Crianças e adolescentes
Pessoas idosas
Pessoas com deficiência
Pessoas em restrição de liberdade
População LGBT
População em situação de rua
Discriminação ética ou racial
Tráfico de pessoas
Trabalho escravo
Terra e conflitos agrários
Moradia e conflitos urbanos
Violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais
Violência policial (inclusive das forças de segurança pública no âmbito da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro)
Violência contra comunicadores e jornalistas
Violência contra migrantes e refugiados


Fonte: G1

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