Brasil: país onde um assassino é aplaudido e um gay é vaiado













Por mais que eu me esforce, é difícil acreditar que vivemos em um país em que matar e esquartejar uma mulher é aceito – mais do que isso, é louvável, para alguns – mas amar alguém do mesmo sexo não o é. 
O comentário introdutório amargo é sobre as bombas jogadas na sede do Guarani em protesto homofóbico contra a contratação do jogador Richarlyson, que já vinha sendo atacado nas redes sociais.
O detalhe é que o jogador não se declarou gay uma vez sequer em sua vida (e nem tem essa obrigação: é pago para jogar futebol, e não para transar com mulheres). 


Fonte: Jornal Americanense 

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