Morre patrulheiro da Gama que estava internado com Covid-19 no HM de Americana

 




O patrulheiro da Gama (Guarda Municipal de Americana) Clever Roberto Queiroz, de 40 anos, morreu no final da tarde desta terça-feira (12) por complicações do novo coronavírus (Covid-19). Ele estava internado no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi.

A Gama divulgou, em nota de falecimento, que o patrulheiro atuava há 10 anos na corporação.

Queiróz morreu nesta quarta-feira, vítima da Covid-19 – Foto: Reprodução – Facebook

“A Gama (Guarda Municipal de Americana) lamenta o falecimento do GCM Subinspetor Clever Roberto Queiroz, no final da tarde desta terça-feira. Queiroz, como era conhecido, atuava na ROMU (Ronda Ostensiva Municipal). A familiares e amigos, prestamos as nossas condolências”, disse a corporação.

Ainda segundo a Gama, Clever era natural de Santa Fé do Sul. Ele deixa esposa e três filhos. Até a publicação desta reportagem não havia informações sobre o sepultamento.

Corrente de oração

Equipes da Gama se reuniram na tarde desta terça-feira no estacionamento do Hospital Municipal para fazer orações pelo patrulheiro.

O guarda esteve afastado das funções por 26 dias pelas complicações relacionadas ao coronavírus. Segundo o boletim médico divulgado mais cedo, seu caso era grave, porém estável.

Momento de oração nesta terça foi organizado pela esposa e pelo filho mais velho do guarda internado – Foto: Divulgação – Gama

O momento de oração foi organizado pela esposa e pelo filho mais velho de Queiroz, que também convidaram seus colegas de trabalho e um pastor amigo da família para fazer oração por ele, pelos funcionários da área médica e por todos os enfermos.

Segundo o subinspetor Jonas Alecio, Queiroz, assim como os outros guardas municipais, recebeu a primeira dose da vacina da AstraZeneca. Ele não apresentava sintomas da doença na época da aplicação.

“Ele é muito prestativo, parceiro, amigo. Todos estão na espera da melhora, A ação de ontem foi uma ação muito interessante e outras pessoas que estavam lá ficaram emocionadas e ajudaram a entoar os hinos. A esposa dele disse que sabia que ele era querido, mas não tanto assim”, afirmou Jonas ao LIBERAL nesta quarta-feira, antes do falecimento do guarda.

Fonte: O LIBERAL