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O líder norte-coreano, Kim Jong Un, supervisionou um desfile militar em Pyongyang por ocasião dos 70 anos do armistício da Guerra da Coreia, no qual foram exibidos novos drones e mísseis balísticos intercontinentais com capacidade nuclear
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
A agência de notícias estatal KCNA divulgou, nesta sexta-feira (28), que o desfile contou com "aeronaves não tripuladas de reconhecimento e drones de ataque recém-desenvolvidos e produzidos que sobrevoaram" a praça Kim Il Sung "redobrando a alegria das pessoas que comemoravam"
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
"A emoção e a alegria do público aumentaram" quando o novo míssil balístico intercontinental (ICBM) Hwasong-18, com capacidade nuclear e combustível sólido, testado em abril e julho, apareceu na praça, disse a KCNA
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
As comemorações contaram com a presença de delegações da Rússia e da China, as primeiras visitas conhecidas ao país desde a pandemia
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
Kim "enviou uma calorosa saudação de combate" ao desfile, disse a agência de notícias norte-coreana, sem especificar se o líder fez um discurso
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
As imagens de satélite confirmaram que a Coreia do Norte realizou uma grande parada militar por ocasião deste aniversário na quinta-feira
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
As hostilidades da Guerra da Coreia (1950-1953) terminaram com um armistício em 27 de julho de 1953, mas um tratado de paz nunca foi assinado, o que deixa os dois países tecnicamente ainda em conflito
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
As relações entre os dois se deterioraram no ano passado para um dos piores níveis em décadas, com aumento dos testes militares do Norte e fortalecimento da cooperação de defesa entre o Sul e os Estados Unidos
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
A KCNA disse que o desfile ficará "gravado em nossa memória como uma grande festa política e militar que demonstrou a vontade inabalável de dez milhões de soldados de criar uma nova lenda da era de Kim Jong Un".
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
Este evento faz parte da "promoção da legitimidade de Kim Jong-un e da unidade interna nestes tempos difíceis economicamente", disse Yangmo Ku, professor de Ciência Política da Universidade de Norwich
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
Mas este ano, ao incluir convidados proeminentes de Moscou e Pequim, Pyongyang também "tenta enviar um sinal aos Estados Unidos e seus aliados de que, com relações fortalecidas com a Rússia e a China, a Coreia do Norte está militarmente preparada para lidar com as ameaças estratégicas de seus inimigos", acrescentou.
"Todos esses atos implicam o surgimento de uma nova Guerra Fria na península da Coreia", afirmouSTR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
Pequim é o mais importante aliado e principal benfeitor de Pyongyang, amizade forjada durante a sangrenta Guerra da Coreia, que contou com a participação de soldados chineses.
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
A Rússia é outro aliado histórico e uma das poucas nações com as quais a Coreia do Norte mantém relações amistosas.
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
Desde o início da guerra na Ucrânia, Kim Jong Un manifestou forte apoio a Moscou e, segundo os Estados Unidos, fornece inclusive armas às tropas russas, algo que Pyongyang nega.
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, esteve presente nas celebrações do armistício e assistiu, na companhia de Kim Jong Un, a uma exibição com as últimas novidades do arsenal norte-coreano, como drones e mísseis intercontinentais.
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
A inclusão de convidados estrangeiros nestas comemorações é um primeiro indício de uma flexibilização do bloqueio autoimposto na Coreia do Norte durante a pandemia de covid-19.
STR / KCNA VIA KNS / AFP - 27/07/2023
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