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Desentendimentos por causa de futebol, barulho, ciúme, dívidas e até mesmo por comida podem ocorrer no convívio em sociedade. O que espanta mesmo é quando, ao fim desse tipo de briga, alguém morre. O R7 separou casos de assassinatos com motivos 'banais', por motivo torpe ou fútil, em São Paulo. Veja a seguir:
Reprodução/Record TV
Um homem, de prenome Marcelo, foi morto a facadas após desligar a energia enquanto o enteado, de 24 anos, jogava videogame. A briga se iniciou porque a vítima, de 46 anos, queria que o enteado ajudasse nas tarefas de casa, mas o rapaz se negou. O caso ocorreu na Penha, na zona leste de São Paulo, em dezembro de 2020
Reprodução/Record TV
Em dezembro do ano passado, um chapeiro foi morto por um cliente que considerou o lanche feito por ele como 'malfeito'. A vítima, Ronivon Alves da Costa, de 45 anos, foi morta com diversos golpes de madeira na cabeça, sem possibilidade de defesa
Reprodução/Google Street View/Pixabay
Um jovem de 18 anos foi condenado a 14 anos de prisão por ter matado a gamer Ingrid Oliveira Bueno. Os dois se conhecerem em um jogo online e, a motivação, segundo ele, foi porque Ingrid "cruzou o seu caminho". O assassino, além de ter confessado o crime, gravou o corpo de Ingrid todo ensanguentado após tê-la golpeado diversas vezes com uma espada, e compartilhou em um grupo com colegas gamers. Foram eles e o irmão do acusado que acionaram a polícia. O caso ocorreu em fevereiro de 2021, na zona norte da capital
Reprodução / Record TV
Dias depois da virada do ano para 2023, o engenheiro Francisco Nicolas Lopes soltou fogos para comemorar a cura do câncer da mãe. No entanto, a comemoração não agradou nada o vizinho da família, que pegou sua espingarda e atirou contra a vítima, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A motivação, segundo o suspeito, foi porque os fogos assustaram o seu cachorro
Reprodução/Record TV
Uma confusão por causa de uma dívida de R$ 150 terminou com o assassinato de um homem em Mauá, na Grande São Paulo. Em fevereiro, um funcionário de uma empresa de peças para veículos cobrou uma colega da área de recursos humanos sobre essa quantia, que estaria faltando em seu pagamento. O marido da funcionária compareceu à empresa e brigou com o funcionário. No dia seguinte, o trabalhador esperou o marido da colega deixá-la no trabalho para atear fogo no corpo do homem, que morreu
Reprodução
A foto mostra um casal feliz, com uma vida estável e dois filhos gêmeos, mas uma discussão por causa de futebol mudou o rumo desta família. Em janeiro de 2021, o empresário Leonardo Souza Ceschini matou a esposa, Érica Fernandes Alves Ceschini, após ela ter comemorado o título conquistado pelo Palmeiras, time do coração dela. O homem, corintiano, não gostou, esfaqueou e matou a mulher
Reprodução
Um empresário quase ficou tetraplégico após a namorada dele ter descoberto uma suposta traição. Imagens de câmeras de segurança do apartamento da vítima mostraram os dois discutindo na sala. Em determinado momento, a mulher mostra que está armada e o homem tenta correr para fora. Já no corredor do prédio ela dispara contra ele, mas a arma falha. Então, ela atira de novo e atinge as costas do empresário. Na sequência, a namorada foge. Ela ficou foragida por alguns semanas, mas se entregou à polícia. O caso ocorreu em outubro de 2022, na zona leste de São Paulo
Reprodução/Record TV
Brigas políticas já culminaram em algumas tragédias no decorrer das décadas. No ano passado, um eleitor do PT matou o amigo, que era a favor do ex-presidente Bolsonaro, com facadas, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Outra caso de briga política que ganhou repercussão no ano passado foi o assassinato de um eleitor do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva durante uma festa de aniversário em Foz do Iguaçu. O crime foi cometido por um eleitor bolsonarista
Reprodução/Facebook
No início deste mês, Cidinei Souza, de 27 anos, foi morto a tiros por um policial à paisana dentro de um posto de gasolina na zona sul da capital. A vítima teria tentado defender o argumento de um rapaz ao impedir que o policial fizesse carinho em seu pit bull
Reprodução
Enzio Miguel Alves da Costa, de 20 anos, foi morto a tiros por ter conversado com a namorada do atirador, em um bar de Osasco, na Grande São Paulo, no início deste mês. O suspeito tentou fugir, mas foi contido por populares até a chegada da polícia
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